Com um destaque cada vez maior no cenário agrícola brasileiro, produtores de soja enfrentam grandes desafios fitossanitários além daqueles relacionados ao manejo do solo, déficit hídrico e manutenção das altas produtividades

Texto: Marluce Corrêa Ribeiro – Jornalista e Redatora do Portal Agromulher

O Brasil possui grande destaque também na produção de soja. As características edafoclimáticas brasileiras colocam o país a frente, apresentando grande vantagem competitiva, tendo em vista que nossa produção do grão acontece no período de entressafra dos países do norte, sendo esses o principal destino da soja brasileira.

A mecanização agrícola possibilitou um significativo aumento de produtividade e colocou como líderes do ranking nacional estados como Mato Grosso, Paraná e Goiás. Mesmo com tamanha mecanização, os desafios para a produção da leguminosa são constantes. Aspectos fitossanitários, manejo de solo e tolerância à seca estão entre os desafios que ganham destaque quando se fala em produção de soja em lavouras brasileiras.

E com a soja chegando a valores históricos, o produtor, os técnicos e demais profissionais da área devem buscar soluções para esses desafios, afinal qualquer perda é extremamente significativa para a lucratividade do negócio.

Desafios da produção

Não é exagero dizer que o terror dos sojicultores brasileiros tem sido, há alguns anos, a ferrugem asiática. Causadora de desfolha precoce, a doença impede a completa formação dos grãos, podendo chegar à perda total da lavoura a depender da severidade. Para o controle da ferrugem, além da utilização de defensivos agrícolas, medidas legislativas e resistência genéticas são utilizadas em busca de uma maior eficiência do manejo fitossanitário.

Outro problema extremamente significativo, principalmente para produção de sementes de soja, é o ataque de percevejos. Esta praga é problema principalmente após o início da fase de formação de vagens, pois ocasionam danos efetivos aos grãos. Outro grande problema também está ligado ao comprometimento da qualidade e vigor do lote de sementes que tenha ataques de percevejos. Por isso, é extremamente importante a correta utilização do manejo de pragas para a manutenção da população de percevejos abaixo do nível de controle e dentro de limites suportáveis ao produtor.

Um outro grande desafio para a cultura da soja é o comprometimento do rendimento dos grãos por conta de nematoides. E a imensa variedade desses vermes registrada para a cultura da soja causa um aumento da complexidade desse manejo. Nesse caso, estratégias de controle devem ser constantes durante a safra e a entressafra.

Quando se fala em plantas daninhas, lembramos de um problema crescente em diversas culturas. Na soja não seria diferente. E, em muitos casos, essas plantas daninhas são resistentes a diversos herbicidas, dificultando e encarecendo o manejo e o custo de produção geral da lavoura.

Já fora do aspecto fitossanitário, o manejo do solo também é um grande desafio quando se fala em produção de soja no Brasil. Com a intensificação da produção em áreas agrícolas e a utilização constante de sistemas sucessórios pouco diversos, há uma redução da qualidade e da conservação do solo. E isso compromete diretamente a sustentabilidade do sistema produtivo.

Toda essa condição desfavorável do solo intensifica também a suscetibilidade das plantas à condições de seca e déficit hídrico, que são muito comuns em condições brasileiras.

Gestão de risco na cultura da soja

Diante de todos esses desafios, temos ainda mais certeza que a produção de soja é uma atividade repleta de riscos. Assim como a agricultura no geral, a cultura da soja é uma cultura de altos investimentos. E não é à toa que é uma atividade rodeada de riscos, desde fatores climáticos, problemas fitossanitários até instabilidade de preços. Cada vez mais, a atividade agrícola demanda investimentos altíssimos de capital e isso faz com que a gestão de risco se torne cada vez mais inseparável da atividade. Essa gestão de risco deve ser pensada e elaborada analisando a probabilidade da ocorrência de determinado evento e a severidade dos impactos desse evento.

A partir daí, a gestão de risco possui três principais ferramentas de gestão, sendo elas: prevenção ou mitigação; transferência; e enfrentamento ou resposta. Dentro destas duas últimas modalidades temos como exemplo, o Seguro Rural e o Programa Garantia Safra, respectivamente.

De acordo com a It’sSeg, o Seguro Rural é a opção mais vantajosa para quem investe diariamente seus recursos, tempo e dedicação no agronegócio. E por isso podemos destacar uma série de benefícios:

O Seguro Agrícola, uma modalidade dentro do seguro rural, cobre basicamente a vida da planta, desde seu nascimento até a colheita, evitando prejuízos causados pela maioria dos riscos meteorológicos. Esse tipo de cobertura também é utilizado para assegurar o faturamento. Em caso de variação da produção ou oscilação dos preços de comercialização, a receita das vendas continua protegida.

Quer entender como funciona essa cobertura e de que forma você, produtor, pode garantir sua produção agrícola, incluindo a produção de soja? A It’sSeg disponibiliza uma cartilha com as principais informações sobre os desafios dessa cultura e as alternativas de gestão de risco por meio do seguro agrícola para essa atividade tão importante.

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A It’sSeg é uma corretora de seguros independente e brasileira, que busca trazer soluções de uma forma inteligente e alinhada a natureza de cada cliente. A empresa trabalha para trazer uma contribuição real para os negócios e para as pessoas.

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